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Fotógrafos

Fotógrafo – Gustavo Vara

Gaúcho de Pelotas, Gustavo Vara tem 26 anos e sua paixão por fotografia começou muito cedo. Com o tempo a fotografia foi ganhando uma importância maior em sua vida. Seus primeiros trabalhos profissionais como fotógrafo foram realizados no ano de 2003 e nunca mais parou.

Com reconhecimento em todo território brasileiros pelos seus trabalhos fotografando bandas, Gustavo tem como principal cliente a banda Fresno, além de trabalhar com fotografia de promos de outros grupos, editoriais, books e fotos para trabalhos jornalísticos.

“Um retrato impressionante. Esse é o resultado que busco em minhas fotos. Misturo olhar, iluminação e a tratamento da imagem. Procuro capturar emoção e qualidade em um ensaio fotográfico.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

fonte: http://fotografeumaideia.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1371&Itemid=137


Luringa

Lourenço Fabrino é uma das principais referências em fotografia na cena do rock nacional. A quase dois anos atrás, em março de 2007, deixou de lado o emprego e a garantia do dinheiro fixo todo mês para embarcar em meio a guitarras, baterias, cabos, amplificadores, com tipos mais diferentes possíveis e tudo mais que envolve a vida de um roqueiro que sai da garagem de casa. Fotografia e música barulhenta fazem parte da composição diária do principal captador de imagens da nova geração de artistas do rock nacional.

Essa tal “nova geração” de bandas de sucesso é registrada pelas câmeras desse mineiro de 26 anos. Nx Zero, Strike, Dead Fish, Forfun, Fresno, Glória, Garage Fuzz entre dezenas de outros artistas conceituados, fazem ou já fizeram parte do cast oficial de bandas com quem ele trabalha. Seja na cidade base onde vive, São Paulo, viajando em tournée pelo Brasil ou em semanas inteiras hospedado na casa dos alvos de seus cliques, ele não deixa de lado o trabalho. E a relação com os clientes vai além dos shows ou fotos de divulgação numa terça-feira de sol escaldante. “Sou amigo de integrantes de todas as bandas com que trabalho. Eles vêm em casa, saímos juntos e nos encontramos em festas”, conta. Ele não tem a conta certa, porém mais de 250 artistas já passaram pelas suas lentes.

Encartes, fotologs e veículos de comunicação vivem recheados de suas fotografias. Luringa já é reconhecido até durante o trabalho, não só por integrantes de bandas, mas pelos fãs dos artistas. “Até me assusto às vezes quando alguém vem me perguntar se eu sou eu mesmo. Ter o meu trabalho apreciado por esse tanto de gente é uma realização que não tenho como explicar”. Também já subiu ao palco com bandas internacionais, como Deftones, Millencolin, New Found Glory, No Use For a Name,The Ataris, Boom Boom Kid entre muitas outras, e cobriu toda a tournée de despedida dos californianos do Rufio. Bandas nacionais como Fresno, Dead Fish, Strike, Drive-In, Falante, Feijão com Arroz, Upside Down, It Sari e Glória, já rechearam seus encartes com fotos dele. As entrevistas também são recorrentes, ao todo já foram mais de trinta. Ultimamente, muitas aparições em programas de TV e radio, assim como matérias de página inteira publicadas em revistas de grande circulação no meio jovem. Não há mesmo como negar: ele é uma celebridade.

O sucesso e respeito são recentes, mas Luringa sabe muito bem o que faz, apesar de nunca ter estudado formalmente para aprender o que hoje é sua profissão. São quase seis anos atrás da câmera, porém mais de dez trabalhando na área. Até pouco era chamado pelo jornal de esportes “Lance!”, onde trabalhou por quatro anos, para trabalhos temporários com edição de imagem. Também já exerceu a mesma função no site “O Fuxico” por quase um ano e é publicitário diplomado, apesar de na pratica a formação servir mais como apoio para a verdadeira profissão.

É claro que todo trabalho tem suas desvantagens. Ele chega a virar a madrugada de olhos abertos após os shows – que em algumas situações são mais de um no mesmo dia – para suprir a demanda e entregar o trabalho em dia. “Algumas vezes fico estressado, digo que não vou fotografar uma banda, mas chega na hora e não consigo. Sou viciado em tirar foto, não sei ficar muito tempo sem elas”, assume.

E o contexto acima é definitivamente o projeto de vida do fotografo. Prova disso é ele como imagina sua vida daqui a dez anos: “Eu espero que seja como é agora. Só que cada vez mais louca, mais corrida, com mais trabalho, mais rock, mais tudo!”

Texto por Gustavo Pelogia

Fonte Texto: http://www.fotolog.com.br/luringa

Fonte Fotografias: http://www.flickr.com/photos/luringa